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A Economina colaborativa, parte do nosso dia a dia

 

Poderíamos dizer que o século XXI é a era da economia colaborativa (sharing economy) e a partilha de esforços a nível mundial. Houve uma transformação nos hábitos de consumo dos indivíduos. No século passado, estávamos a falar de uma sociedade habituada ao consumismo e à posse de bens. Enquanto a economia do século XXI é caracterizada pela sua evolução no sentido de um modelo de colaboração onde a confiança e o acesso partilhado, têm um papel fundamental na sociedade.
 

A crise económica e a Internet contribuíram para o surgimento da economia colaborativa como um modelo de negócio. A grande maioria de empresas emergentes têm escolhido orientar os seus produtos e serviços para o cliente, revolucionando a tradicional oferta-procura do mercado. Hoje é muito mais importante conhecer o mercado de forma a poder satisfazer as suas necessidades.

A economia colaborativa

Embora possamos pensar que o consumo colaborativo é algo novo, ai que olhar para o passado para perceber que a cultura de colaboração é algo que existe à milhares de anos. No entanto, graças à tecnologia este fenómeno tem se expandido em forma imparável por todo o mundo. Portanto, não pode ignorar o facto de que o consumo de colaboração está a ser um ponto de viragem no mercado de trabalho como o conhecíamos.
 

Evitar a “sharing economy” é dar as costas a uma das grandes revoluções que está a ter lugar na história econômica mundial e que é uma consequência direta da digitalização do mercado de trabalho. Tanto os grandes como os pequenos devem aceitar esta nova modalidade de negócio e adaptar-se a ela a fim de não se tornar obsoleta e desaparecer.
 

O que pretende a economia colaborativa é reorganizar o mercado económico através da inovação, estimulando a concorrência saudável, preços justos e oferecendo um grande cesto de produtos e serviços para escolher. De qualquer forma, não devemos esquecer que este tipo de negócios com base na economia colaborativa deve aprender a interagir com as entidades reguladoras de cada cidade e o facto de as empresas tradicionais está a abrandar a sua execução.
 

Nos últimos anos em que este tipo de economia esteve no auge e foi alargada a vários sectores, provocaram reações positivas e negativas por parte do mercado. Os profissionais afetados por este fenómeno têm visto ameaçado o futuro da sua empresa, perguntando-se de que forma poderiam ser afetados por este crescimento exponencial do consumo colaborativo.
 

Esta nova forma de ver a economia, não é incompatível com a existência de empresas cujo modelo de negócio continua a seguir uma linha mais tradicional, já que o mercado tem espaço suficiente para coexistirem ambos os modelos. Por conseguinte, se os modelos de negócios mais conservadores querem sobreviver neste ambiente competitivo e cada vez mais centrada na tecnologia, devem adquirir uma visão mais inovadora e incorporar talento que traz diferentes pontos de vista para formar uma equipa multidisciplinar.
 

Um exemplo disto é a empresa BeMate (pertencentes ao empresário espanhol Kike Sarasola, fundador da cadeia Room Mate). Sarasola foi capaz de identificar as necessidades existentes no sector hoteleiro (um sector conservador e que parecia não evoluir), e unir-las com a inovação, criando um mix entre aluguer de apartamentos turísticos e os serviços de um hotel convencional, tornando-se assim um dos principais AirBnba BeMate versus Airbnb.
 

Esta mudança económica está relacionado às novas gerações que são incorporadas ao mundo do trabalho. Cada vez são mais os profissionais que preferem trabalhar em projetos específicos para ajudar a "melhorar o mundo", para receber uma recompensa financeira para uma tarefa que não lhes permite desenvolver as suas capacidades criativas e as suas preocupações para implementar novos produtos no mercado.
 

Portanto, vemos que as regras do jogo no mercado estão a mudar. Já não é necessário para as empresas a adquirirem os seus próprios recursos para poder crescer, já que graças à economia colaborativa surgiram grandes oportunidades de negócios com base em recursos subutilizados existentes no mercado. Já não é o mais forte o que mais bens adquire senão o que sabe utiliza-los melhor.


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