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Fuga de Talento: os funcionários deixam os seus chefes e não os seus postos de trabalho

 

Existe uma realidade que choca a muitas empresas: os empregados não deixam os seus postos de trabalho, mas sim deixam os seus chefes, por múltiplas causas: desacordos, falta de feeling ou uma má gestão por parte dos seus superiores.

Vários estudos confirmam que a maioria dos empregados que deixam o seu emprego atualmente é porque querem deixar de trabalhar com os seus chefes, sendo por isso obrigados a deixar a empresa. Este acontecimento é uma das principais causas da fuga de talento.

Fuga de Talento: os funcionários deixam os seus chefes e não os seus postos de trabalho

Em muitas ocasiões, os managers não estão conscientes do que fazem de errado. Isto pode ser causado por uma falta de formação em gestão de recursos humanos. Em outras ocasiões, esta falta de conhecimento é uma consequência direta de imitar os seus superiores.

A chegada dos Millenials não ajudou esta situação, uma vez que, como já sabemos, estes novos profissionais são muito exigentes. Por consequência, a falta de conhecimento novo e/ou de qualidade de trabalho esperada pode vir a determinar a sua permanência na empresa.

Um manager que não dá um bom exemplo, não é um bom manager. Não é um manager que vai ser reconhecido como um líder por parte dos seus funcionários. O mais importante é recorda que necessitas de ser um bom líder, já que uma pessoa com instintos de liderança tem uma menor probabilidade de ter na sua equipa essa famosa “fuga de talento”.

Quais são as principais razões para esta fuga de talento?

  • - Motivação: É a principal arma contra a fuga de talento. Manter um funcionário motivado é essencial para que este seja produtivo e para que exista um bom ambiente de trabalho.
  • - Falta de referências: Há vezes em que existe uma falta de pontos de referências a seguir para poder crescer dentro de um departamento. Isto pode provocar uma falta de motivação nos profissionais mais ambiciosos, a longo prazo.
  • - Falta de desafios profissionais: A rotina profissional pode acabar por ser muito monótona para a maioria funcionários. Por isso, planear novos desafios é essencial.
  • - Escassez de trabalho colaborativo: Muitas vezes, entre os departamentos, existe um baixo índice de trabalho colaborativo, levando à criação de grandes conflitos e por consequência um mau ambiente de trabalho.
  • - Falta de valorização dos sucessos: Do mesmo modo que se critica quando se faz algo de errado, também temos que dar um “aplauso” quando se faz algo bem, dando-lhe a mesma importância. Isto terá de certeza implicações positivas nos objetivos da empresa.
  • - Falta de crescimento profissional: Para as pessoas com grandes aspirações, este é um ponto fundamental. Estar numa empresa onde não é possível ter um crescimento a nível profissional pode ser muito frustrante, e pode ser um dos principais motivos do abandono por parte dos funcionários.


Em muitos casos, os managers não chegam aperceber-se destes problemas. Simplesmente, deduzem que têm formação suficiente no âmbito da gestão de recursos humanos em vez de ouvir o que a sua própria equipa está a tentar transmitir.


Para acabar com a fuga de talento é aconselhável o uso de estímulos para acrescentar valor à vida profissional dos empregados. A flexibilidade de horários e os serviços de creche são duas das exigências com a maior procura. Estes detalhes podem vir a mudar a perspetiva dos funcionários.

Porém, não devemos só culpar os managers, visto que o departamento de recursos humanos tem um papel fundamental neste tipo de iniciativas, sendo o especialista em capital humano. Por este motivo, se os diretores e os managers não detetarem nenhum tipo de problema, está nas mãos do departamento e recursos de tomar uma iniciativa para evitar esta fuga de talento.


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